Ocorreu, no dia 17/03, a Oficina de Turbantes no Espaço Nova Geração do Fonseca. Separado em dois turnos, de manhã e de tarde, a ação foi ofertada para alunos de 06 a 12 anos e de 13 a 17 anos. Foi uma oficina incrível e muito importante, ministrada pela Dani Simões, da equipe administrativa aqui do ENG. Ela conversou um pouco com as nossas alunas sobre a história do turbante e a sua importância cultural, além de ter feito diferentes penteados e amarrações com o adereço. Além disso, também tivemos um momento de fazer maquiagem nas nossas alunas! Nossa colega da equipe de comunicação, Marcele Magalhães, e as nossas alunas, Thayllane Martins e Dandara Policarpo, maquiaram as participantes da Oficina, deixando todas ainda mais bonitas e estilosas!
A origem dos turbantes e o momento em que eles foram criados é desconhecida. Alguns acreditam que eles existem desde o Egito antigo, naquela época, os nemés (como eles eram chamados) eram usados por faraós e rainhas como símbolo de seu poder. Diversas regiões do mundo usam turbantes, seja por sua cultura, religião ou costume. Em alguns países do continente africano, ele é usado para proteger a cabeça ao carregar coisas pesadas como bacias, madeira e outros objetos. Aqui no Brasil, os turbantes são usados, na maioria das vezes, como forma de resgate e enaltecimento cultural e afirmação de identidade, se mostrando assim, como uma forma de abraçar e celebrar seus antepassados e as heranças culturais que eles deixaram aqui.
A Oficina foi um momento muito incrível para o nosso projeto e potencializador para a temática do mês de gênero e raça, destacando as mulheres e a luta contra a discriminação racial. Tendo como foco central os temas de gênero e a raça, a Oficina de Turbantes uniu os dois eixos temáticos do mês de março. Nossos alunos aprenderam sobre a contribuição do turbante para o empoderamento feminino, além de, reforçar a luta contra o racismo mostrando que o adereço se faz como significante símbolo de luta dentro do movimento negro. Aqui no ENG, fazemos o trabalho de combate ao racismo de muitas maneiras. Buscamos sempre valorizar a cultura de matriz africana diariamente nas aulas e, também, através de eventos, como este.




























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